segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Morangos fortalecem os glóbulos vermelhos

Além de saboroso, o morango é mais rico e nutritivo do que se imagina.Segundo um estudo americano, a fruta fortalece os glóbulos vermelhos graças aos seus compostos fenólicos, como os flavanóides.Isso ocorre quando se dá o estresse oxidativo, um desequilíbrio relacionado com algumas doenças.O consumo regular da fruta pode melhorar a capacidade antioxidante do plasma sanguíneo e a resistência dos glóbulos vermelhos.O estudo analisou voluntários que comeram 500 gramas da fruta diariamente por duas semanas.Além desse benefício ao organismo, o morango também é fonte de vitamina C. Ela é uma das 13 principais vitaminas que fazem parte de um grupo de substâncias químicas que proporcionam o bom funcionamento do organismo.

Fonte: R7

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

ALERTA URGÊNTE: A Segurança Pública do Brasil vai parar



Para Guaracy Mingardi, analista criminal e professor da escola de Direito da FGV (Fundação Getúlio Vargas), e para o secretário executivo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima, o Brasil deveria fazer uma “profunda reforma” em seu sistema de segurança, na qual o reajuste salarial das categorias seria apenas um dos pontos a serem implementados, mas não o único. Para começar, os analistas rejeitam o argumento da União e dos Estados de que falta dinheiro para a área. De acordo com Lima, em 2010, o Brasil gastou, em média, R$ 55 bilhões com segurança pública, quantia que seria muito melhor aproveitada se fossem repensados os gastos do setor. - O Brasil tem um sistema que gasta muito, mas que é caótico, pouco eficaz, e que paga muito mal seus policiais. O país investe, em média, 1,3% do PIB [produto interno bruto, ou a soma de todas suas riquezas] com a área da segurança. É o mesmo que a França gasta, mas os policiais franceses são mais bem pagos e as taxas de violência são bem menores. Por quê? É algo pra gente pensar. De acordo com o levantamento mais recente do Fórum, cujos dados são de 2009, em ao menos 12 Estados e no Distrito Federal a taxa anual de assassinatos é acima da média nacional, que é de 25 mortes para cada 100 mil habitantes – número que vem diminuindo, mas que ainda precisa melhorar. Uma das soluções apontadas pelos especialistas para realizar gastos públicos mais eficientes com a área seria unificar as polícias Civil e Militar. De acordo com Mingardi, o fato de o país ter duas corporações distintas, sob a tutela dos governos estaduais, “duplica os custos com pessoal e com infraestrutura”. Entretanto, a proposta não encontra apoio nem mesmo dentro das corporações, cuja rixa histórica não é segredo. - A unificação lenta das polícias diminuiria custos e aumentaria a eficiência. Mas ninguém quer falar nisso, inclusive as próprias polícias são contra. A rixa é muito grande e cada um dos dois lados tem medo de ser engolido pelo outro. Se a unificação ainda não é vista como uma alternativa, uma saída seria diminuir a hierarquia dentro das corporações, ou mesmo repensar no que cada uma poderia ajudar à outra, observa Lima.
- Deveríamos pensar em como organizar as polícias de uma forma mais racional, sem grandes conflitos de competência entre Polícia Civil e Polícia Militar e Polícia Federal. E também pensar em como adotar novas tecnologias, para sair do binômio efetivo-viatura.
Além disso, ressaltam, a questão salarial não é um problema apenas de quem está começando a trabalhar. Em grande parte dos Estados, falta um plano de carreiras e salários, ou seja, mesmo nos locais que pagam um piso salarial razoável, os policiais que estão há anos nas corporações veem seus salários aumentar muito pouco ao longo dos anos.
Colapso
Embora façam coro para destacar que a questão salarial não é o único problema do setor, os especialistas admitem que talvez ela seja a mais urgente. Para eles, a tentativa do governo federal e dos Estados de adiar a votação da PEC 300 pode se tornar um “tiro no pé”, visto o número de greves e protestos que têm ocorrido pelo país.
Em recente artigo, Mingardi alertou para um risco iminente de “apagão” na área, a exemplo do que ocorreu no governo FHC, que sofreu com o apagão do setor de energia, e no governo Lula, quando o problema maior foi o setor aéreo. Em entrevista ao R7, ele reforçou que, caso o Executivo não dê pelo menos um “sinal” às polícias, o governo Dilma pode enfrentar, em breve, um “apagão da segurança pública”.
- Se não houver uma satisfação para a polícia, você pode ter um apagão mais generalizado no ano que vem. Neste ano, nós tivemos vários focos de apagão, com greves e protestos. Mas se mostrarmos que a coisa está caminhando, é provável que no ano que vem a gente enfrente ma sequência de confrontos inédita.


fonte: R7

RJ - PM organiza passeata em prol de melhorias nas condições de trabalho



ESTADO


Mais de 2 mil policiais militares marcaram presença na assembleia realizada na quarta-feira, no auditório do Sindicato dos Trabalhadores Públicos Federais em Saúde e Previdência Social (Sindsprev), na Lapa, Rio.



A categoria definiu estratégias para pressionar o governo em relação às reivindicações diante da iminência de uma greve em pleno carnaval.



Durante o encontro, que teve início às 19 horas e terminou às 22h30min, representantes da categoria definiram estratégias para pressionar o governo em relação às reivindicações diante da iminência de uma greve em pleno carnaval. Já está marcada para o próximo dia 29, às 10 horas, uma passeata que terá concentração em frente ao Copacabana Palace, na Zona Sul da capital.
Na quarta, policiais da região se mobilizaram rumo à metrópole carioca para participar da reunião sobre a decisão da greve em todo o Estado do Rio. Os comboios formados por oficiais e praças do 37º Batalhão de Polícia Militar de Resende, 33º BPM de Angra dos Reis, 28º BPM de Volta Redonda e 10º BPM de Barra do Piraí seguiram para o evento. Foram contabilizados 250 homens lotados no 28º BPM, que possui o efetivo de 600 policiais, e 87 dos 350 da unidade de Resende, em seis ônibus alugados, além de outros adeptos que foram ao protesto em seus carros. Bombeiros, policiais civis e profissionais de outras áreas também aderiram ao movimento. “Após a reunião, houve passeata em direção aos Arcos da Lapa. O roteiro ainda contou com protesto em frente ao Quartel-general da PM. Os participantes cantaram o hino nacional e fizeram corrente de oração no final do encontro”, enfatizou um policial.
Recentemente, foi anunciado reajuste salarial de 20% para a Polícia Militar, mas o valor considerado defasado gerou insatisfação. Um dos PMs, que defendeu a causa na assembleia, explicou quais são as reivindicações da classe, reforçando que a greve da PM não é inconstitucional. “Lutamos para que o piso salarial seja equivalente a R$ 3 mil, sob a alegação da alta periculosidade de nossas atividades. Hoje, os vencimentos iniciais correspondem a R$ 1.031. O aumento de 20% é gradativo e consideramos que há defasagem neste valor. Reivindicamos ainda auxílio-transporte, pois muitos colegas de farda residem longe das unidades. Queremos que a jornada de trabalho seja de 40 horas semanais, ao invés da escala de serviço que totaliza 72 horas semanais. Pleiteamos serviço extra remunerado, vale alimentação, fim das prisões administrativas e proteção aos policiais grevistas. A carga horária de hoje é desumana. Foi veiculado em um e-mail o parecer de um juiz federal em relação ao direito da PM sobre a greve. As Forças Armadas – Marinha, Exército e Aeronáutica – não podem fazer greve. A PM faz parte das forças auxiliares, portanto, conforme a Constituição Federal, temos esse direito”, justificou.
De acordo com os líderes do movimento, a expectativa é de que o comandante-geral da corporação, coronel Erir Ribeiro da Costa Filho, discuta o impasse com o governador Sérgio Cabral (PMDB). Se as reivindicações não foram atendidas pelo governo estadual, os policiais militares, civis e bombeiros prometem entrar em greve no dia 10 do mês que vem.
O policial adiantou que já existem algumas ações coordenadas com a Polícia Civil. “Devemos realizar uma operação padrão visando combater todos os delitos de forma rigorosa. As atividades ainda estão sendo programadas e devem ter início a partir do dia 30”, explicou, destacando que a intenção é unificar as ações.
Segundo informações de policiais do 37º BPM, já está prevista a saída de dois ônibus em um ponto próximo à unidade, às 9 horas do dia 29, para a manifestação em Copacabana.
Reunião preparatória
Ainda antes do grande evento a ser realizado em frente ao Copacabana Palace, na capital carioca, uma reunião preparatória deve acontecer no dia 26, às 19 horas, na subsede do Sindicato dos Metalúrgicos, na Avenida Antônio de Almeida, no Retiro.
“Nós mandamos uma proposta de governo. Enquanto ele avalia, vamos fazendo essa movimentação. Se não recebermos uma resposta satisfatória, a greve vai mesmo acontecer no dia 10 de fevereiro para pressionar o governo”, explicou o cabo Alan Alves Ricardo.
Principais Reivindicações:
- Piso salarial de, no mínimo, R$3 mil para soldados que ingressem na Polícia Militar, Polícia Civil ou Corpo de Bombeiros;
- Limite de carga horária em 40 horas semanais;
- Fim do rancho: fornecimento de tickets de alimentação em substituição à modalidade vigente, na qual os policiais se alimentam nos batalhões;
- Pagamento por serviços extras, hoje prestados gratuitamente, como em grandes eventos em estádios e, em Volta Redonda, na Ilha São João, por exemplo;
- Revisão no regulamento a fim de substituir a pena de prisão por outras formas de penalização para policiais que infrinjam alguma norma interna, como o uso da cobertura (boné), por exemplo.
- Pagamento de vale-transporte.


Fonte: A Voz da Cidade

O salário dos militares atualmente varia entre R$ 1,4 mil e R$ 7 mil, dependendo da patente.Segundo a associação, atualmente os militares perdem 45% d



Manaus - Policiais militares (PM) e bombeiros do Amazonas podem entrar em greve, na próxima semana, caso a classe e o governo do Estado não cheguem a um acordo sobre o impasse que envolve o subsídio dos servidores. A informação é do presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos da Polícia e Corpo de Bombeiros Militar (ASSPBMAM), sargento Francisco Pereira, o Pereirinha.

De acordo com o presidente, na próxima segunda-feira, 23, representantes da associação e do governo do Estado se reúnem, na Casa Civil para discutir a proposta apresentada pelo governo, de conceder o subsídio de R$ 80 milhões parcelado em três anos.
“Nossa proposta é que o governo cumpra a Lei do Subsídio, de conceder os R$ 166 milhões, parcelados em quatro anos”, explicou.
O salário dos militares atualmente varia entre R$ 1,4 mil e R$ 7 mil, dependendo da patente.
Segundo a associação, atualmente os militares perdem 45% do salário quando vão para a reserva.
“Existem policiais que continuam trabalhando mesmo sem terem condições só para não perder as gratificações concedidas a quem está na ativa”, afirmou Pereira.
Entre os adicionais concedidos aos militares estão a Gratificação de Comando e a Gratificação por Trabalho Extra (GTE).
Atualmente 600 militares, de diversas patentes, aguardam para ir para a reserva, no Amazonas.
Em abril do ano passado, policiais militares já haviam cogitado a possibilidade de entrar em greve. Na época, os militares reivindicavam um reajuste salarial de 30% e a aprovação da Lei de Subsídio, responsável por acabar com as gratificações e estipular um salário fixo para policiais e bombeiros.
Fonte: Portal 24 Horas